Escolha uma Página

Há palavras que só saem perfeitas se saírem do coração.

A gente até tenta ajustar com o cabeça, dar coesão e coerência, mas logo entende a diferença entre a palavra que nasce da emoção e a palavra filha da razão.

A primeira é intempestiva e descontrolada, a segunda é contida, comedida, planejada.

Palavra que sai do coração já sai quente, intensa, pronta.

A palavra cabeça passa por reparos, apara as arestas, ajusta o padrão, insere no modelo.

Palavra cabeça é palavra que entra exatamente na regência, acompanha a regra, a normatividade.

Palavra emoção tem ousadia e criatividade.

Palavra razão é relatório, projeto, ementa, lei, prova, memorando, protocolo, ofício, documento.

Palavra emoção é discurso de formatura e recadinho cheio de sentimento.

Palavra emoção é discussão de relacionamento.

A palavra do coração entra na contramão de tudo, sai dizendo tudo que queria dizer e não podia, sai aliviando dores e fobias, mas ela sai.

Sai meio sem medida, meio descabida, ferida, mas sai pra ganhar vida.

A palavra razão não. A gente pensa, pensa, sofre, cria, inventa, imagina, raciocina e na hora H até tenta usar toda a formalidade, mas aí chega o coração desfazendo toda a lógica.

Quem nunca ensaiou um discurso racional e foi assaltado pela emoção?

Ela chega chegando tomando conta e a gente não lembra de mais nada, sai falando descontrolada e quando percebe já foi.

A palavra razão tem uma aspereza e a emoção um desespero.

A razão tem formalidade, a emoção intensidade.

Cada uma cabe em um contexto, mas eu prefiro sempre a palavra emoção, do coração.

Ela me soa mais viva, mais sincera, pura, singela.

Acho que é porque eu prefiro ouvir a palavra como ela vem de dentro e não depois que passa nos filtros da racionalidade e do refinamento.

Palavra boa é palavra livre, despida, verdadeira.

Por palavras fora do padrão. Por palavras vindas do coração.A gente até tenta ajustar com o cabeça, dar coesão e coerência, mas logo entende a diferença entre a palavra que nasce da emoção e a palavra filha da razão.

A primeira é intempestiva e descontrolada, a segunda é contida, comedida, planejada.

Palavra que sai do coração já sai quente, intensa, pronta.

A palavra cabeça passa por reparos, apara as arestas, ajusta o padrão, insere no modelo.

Palavra cabeça é palavra que entra exatamente na regência, acompanha a regra, a normatividade.

Palavra emoção tem ousadia e criatividade.

Palavra razão é relatório, projeto, ementa, lei, prova, memorando, protocolo, ofício, documento.

Palavra emoção é discurso de formatura e recadinho cheio de sentimento.

Palavra emoção é discussão de relacionamento.

A palavra do coração entra na contramão de tudo, sai dizendo tudo que queria dizer e não podia, sai aliviando dores e fobias, mas ela sai.

Sai meio sem medida, meio descabida, ferida, mas sai pra ganhar vida.

A palavra razão não. A gente pensa, pensa, sofre, cria, inventa, imagina, raciocina e na hora H até tenta usar toda a formalidade, mas aí chega o coração desfazendo toda a lógica.

Quem nunca ensaiou um discurso racional e foi assaltado pela emoção?

Ela chega chegando tomando conta e a gente não lembra de mais nada, sai falando descontrolada e quando percebe já foi.

A palavra razão tem uma aspereza e a emoção um desespero.

A razão tem formalidade, a emoção intensidade.

Cada uma cabe em um contexto, mas eu prefiro sempre a palavra emoção, do coração.

Ela me soa mais viva, mais sincera, pura, singela.

Acho que é porque eu prefiro ouvir a palavra como ela vem de dentro e não depois que passa nos filtros da racionalidade e do refinamento.

Palavra boa é palavra livre, despida, verdadeira.

Por palavras fora do padrão. Por palavras vindas do coração.